Blankenship | Vampiros Gêmeos | E-Book | www.sack.de
E-Book

E-Book, Portuguese, 497 Seiten

Blankenship Vampiros Gêmeos

O Cristal Do Coração Guardião Livro 6
1. Auflage 2017
ISBN: 978-88-7304-371-3
Verlag: Tektime
Format: EPUB
Kopierschutz: 0 - No protection

O Cristal Do Coração Guardião Livro 6

E-Book, Portuguese, 497 Seiten

ISBN: 978-88-7304-371-3
Verlag: Tektime
Format: EPUB
Kopierschutz: 0 - No protection



Kyoko nasceu para lutar contra demônios e pensava que conhecia todas as regras, até fazer amizade com um vampiro híbrido e ser seduzida acidentalmente por seu mestre. Percebendo que o inimigo tem um coração, as linhas entre o bem e o mal tornam-se turvas, deixando Kyoko confusa e em um mundo de perigo. Agora, com um obcecado vampiro mestre perseguindo cada movimento dela e seu irmão gêmeo iniciando uma guerra de vampiros, Kyoko é trazida mais perto bem daquilo que deveria destruir.

PUBLISHER: TEKTIME

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Capítulo 5 "Salvador Mortal"
Kyoko decidiu que telefones celulares eram um produto do Satanás quando o seu tocou bem no momento em que ela estava entrando em um sonho. Ela queria ficar dentro da sala dos anjos que ela achara. Ela estendeu a mão para tocar a bochecha de uma das estátuas, perguntando-se por que ele parecia tão triste. No início, o toque era apenas um som irritante dentro do sonho, mas, muito devagar, ele foi acordando-a. Ela lutou com unhas e dentes para manter o sonho, mas o celular não a deixou, e a visão desapareceu completamente. Com um suspiro de frustração, Kyoko estendeu a mão de debaixo de seu cobertor e entrecerrou os olhos para ver o nome de quem ligava. Sua visão não se focava com rapidez suficiente, então ela atendeu apenas para fazê-lo parar. Apenas sua família tinha seu número de celular e eles sabiam que ela não funcionava de dia. "O que?" Ela exigiu, zonza, depois de tê-lo aberto desajeitadamente. "Não me fale comigo dessa forma, minha jovem," exclamou o avô Hogo. "Vocês jovens realmente não sabem como tratar os mais velhos." "Vovô..." Kyoko murmurou. "Você tem ideia de que horas são?" "Claro que sim... são seis da noite," afirmou o avô Hogo com orgulho. Kyoko bateu a mão no rosto, sabendo que era inútil resistir agora. "Por que você está ligando?" Vovô Hogo suspirou no telefone. "Estou ligando para ver se você recebeu minha carta." Kyoko endureceu sob as cobertas e esfregou uma mão sobre seus olhos. Ela realmente não queria falar sobre sua vida sexual com seu avô. Ela também não queria que ele soubesse que ela finalmente tinha realizado tal feito. "Não, eu não recebi. Talvez esteja no correio de hoje. Eu ainda não verifiquei," ela mentiu, perguntando-se se ela poderia, mais tarde, afirmar que algum cão aleatório correu até ela... pegou a carta... e a comeu. Ela realmente sorriu com a imagem mental de um buldogue aleatório correndo até ela, tirando a carta de sua mão com os dentes e atacando violentamente com a cabeça para frente e para trás, tão rápido que pequenos pedaços de papel começavam a voar como grafite. ´Eu realmente preciso dormir mais,´ pensou Kyoko enquanto a visão continuava, com o cachorro espreitando os restos da carta. "Não se esqueça de verificar, e lembre-se de que todas as suas contas vencerão na próxima semana." Disse o vovô Hogo. "Você se lembra? Quase desligaram sua energia no mês passado." "Sim, sim, entendi," resmungou Kyoko e sentou-se na cama, sentindo o sermão se aproximando. Ela sorriu instantaneamente ao se lembra de seu esconderijo secreto de dinheiro... sem problemas. Suas contas estariam cobertas por um tempo. ´Roubar dinheiro de vampiros mortos, pagar as contas com dinheiro roubado de vampiros mortos... beleza.´ Sua lista mental estava ótima para o mês... para os próximos meses. "Não se ache a espertinha, Kyoko. Você realmente precisa assumir mais responsabilidades e fazer as coisas..." "Eu tenho que ir vovô, vou ligar para você amanhã." Kyoko disse através de um bocejo e desligou na cara ele. Ela amava seu avô... mas, poxa, era muito cedo para tudo isso. O vovô Hogo ficou parado olhando o telefone sem fio na mão e piscou quando ele começou a chiar, indicando que a outra pessoa desligara. "Eu não acredito," exclamou o vovô Hogo suavemente, depois virou os olhos para a Sra. Hogo, que estava sentada no sofá da sala de estar. "Ela desligou na minha cara." "Pai," disse a Sra. Hogo. "Você sabe como a Kyoko é. Toda vez que você a desafia sobre ser irresponsável, ela toma a isca ou te ignora." "Quando eu tinha a idade dela, eu sabia como cuidar de mim mesmo," reclamou o avô Hogo. "Seus avôs nunca se preocuparam comigo." A Sra. Hogo deu-lhe um sorriso que dizia que podia retrucar, mas ela não o contestou. O telefone tocou novamente e o vovô Hogo o pegou, esperando que fosse Kyoko. "Agora ouça aqui, garotinha," ele começou. "Sr. Hogo, é Tasuki." A voz soou indignada. O avô revirou os olhos. "Tasuki, meu garoto, como você está?" "Tudo bem. Você tem notícias de Kyoko?" Tasuki perguntou. "Eu realmente preciso falar com ela." O avô resmungou: "Bem, você deveria ter falado com ela na noite em que ela partiu. Não sei seu número de telefone ou onde ela está. Não ligue aqui novamente." Com isso, o avô desligou na cara de Tasuki, sentindo satisfação depois que Kyoko fizera o mesmo com ele. A Sra. Hogo olhou para seu pai em choque até ver o sorriso malicioso em seu rosto. Ele ficou parado com o telefone em sua mão e, depois de uns vinte segundos, ele tocou novamente. "Você acabou de desligar na minha cara?" Tasuki exigiu, esquentado. "Eu não sei," disse o vovô. "Soou assim?" Ele desligou novamente. O velho riu e ergueu um dedo para silenciar a Sra. Hogo logo antes do telefone tocar novamente. "Casa de Retiro Hogo," ele exclamou alegremente. "Não desligue novamente," grunhiu Tasuki. "Oh, então é assim que soa." O avô disse com admiração em sua voz. "Eu sempre quis saber." "Quer saber?" Tasuki exigiu. "Esqueça, velho." O avô piscou quando a linha caiu e ele baixou o telefone da orelha para encará-lo. "Ele desligou na minha cara também," disse o vovô suavemente. "Aquele pirralho desligou na minha cara... um senhor. Ele e Kyoko realmente seriam um bom casal... eles são tão parecidos." "Bem feito, pai," afirmou a Sra. Hogo. "E eu acho que a esta altura do campeonato está muito tarde para usar o truque do ´velho´, não? Você é um avô e ainda age como um garoto de cinco anos fazendo chamadas de trote para restaurantes de pizza." O avô Hogo pegou um bloco de anotações e uma caneta. Por Deus, se Kyoko não fizesse nada sobre seu problema... então ele faria. Uma vez que ele acabara de escrever, ele encontrou a caixa de envelopes simples na mesa do computador e enfiou o pedaço de papel dentro. A Sra. Hogo o observava com uma expressão sábia, mas não disse nada. "Eu vou sair um pouco," declarou o avô Hogo enquanto colocava os sapatos. "O que vai fazer?" A senhora Hogo perguntou com desconfiança. O vovô Hogo jogou os braços no ar. "Quem se importa? Eu posso me cuidar, lembra? Na próxima vez que você conversar com Kyoko, talvez você deva fazer a mesma pergunta a ela. Melhor ainda, envie-lhe um livro de autoajuda sobre como cuidar de si mesma." O vovô Hogo fez uma pausa, "Agora é uma boa ideia fazê-lo." "Fazer o que?" Perguntou a Sra. Hogo. "Verificando a Caixa Postal para Iniciantes," gritou o vovô Hogo antes de sair. O velho caminhou pela calçada em um ritmo acelerado, murmurando para si mesmo. "Crianças estúpidas... por que eu perco meu tempo? Ela provavelmente recebeu a carta e não quer me dizer, pensando que ela pode lidar com isso sozinha. Ninguém pode fazer AQUILO por conta própria... se eles puderem, eles pertencem à indústria dos filmes sujos," ele resmungou enquanto atravessava um cruzamento lateral. "Estou ficando muito velho para isso." O vovô Hogo parou em frente a outra casa e olhou para ela por um minuto antes de abrir a caixa de correio e deslizar o envelope simples dentro. Ele viu que havia correio lá e, olhando para cima e para baixo na rua, puxou para fora para olhar para ele. "Contas... contas... serviço de namoro... co... o que diabos? Serviço de namoro?" O vovô Hogo colocou esta carta no bolso e devolveu o restante à caixa de correio, certificando-se de colocar seu envelope no topo. "Aí está," ele disse com satisfação antes de olhar para a casa de Tasuki. "Se você não conseguir se virar com isso, eu vou te bater pessoalmente. Garoto estúpido não sabe nem como pedir para sair como uma garota." Ele franziu a testa pensativamente e acariciou o queixo. "Eu me pergunto se Kyoko está tomando anticoncepcionais. Eu não acho que eu possa lidar com um monte de pequeninos Tasukis correndo por aí." O vovô Hogo virou-se e começou a ir para casa. No caminho, ele abriu a carta do serviço de namoro e começou a ler. Seu neto, Tama, sempre dizia que ele precisava cuidar da própria vida. Ele se perguntou se havia mulheres por aí que pudessem dar conta de um energético treinador de caçadores de demônios semi-aposentado... apenas uma maneira de descobrir. ***** Hyakuhei percorreu a sala, frustrado, girando o vinho tinto no copo. O sol não se poria por mais algumas horas e isso estava o deixando louco. Ele estava ansioso pela noite... e extremamente entediado. Ele olhou ao redor da sala sem se lembrar de ter destruído o lugar, ainda que não houvesse sequer um móvel ainda intacto. Seus olhos pousaram no colchão que agora estava desnudado e grunhiu, lembrando quando tentou voltar a dormir para fazer o tempo se mover mais rápido. O cheiro de seu acasalamento quase o deixara louco. Foi então que ele se lembrou vividamente de destruir o quarto. Os dedos de Hyakuhei apertaram o copo até quebrá-lo em sua mão... sua expressão facial se tornando assassina, sabendo que ele não estava mais sozinho na sala. "Por que você está aqui, irmão?" Tadamichi saiu sombras, atrás de seu irmão, sabendo que ele era indesejado, mas ele tinha que saber quanto dano havia sido feito. "Eu posso sentir a agitação em sua mente." "Tenha cuidado, Tadamichi, você não quer estar na minha mente e ver os demônios que você deixou rastejando nela," Hyakuhei sibilou ao se virar, descobrindo que seu irmão havia sabiamente desaparecido. ***** Kyoko saiu do apartamento e quase saltou pelo corredor. Bem, ela teria saltado, mas os sapatos de salto alto que ela calçava teriam, com certeza, torcido seu...



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